sociedade
Escola incentivou aluna a ser trans sem consentimento dos pais

January Littlejohn, uma mãe da Flórida, está travando uma batalha legal contra o distrito escolar do Condado de Leon após sua filha, no auge da pandemia de COVID-19, ser encorajada a se tornar trans sem o consentimento ou conhecimento dos pais.
Em entrevista à CBN News, ela relatou que sua filha foi influenciada por uma ideologia de identidade de gênero, juntamente com outras amigas da escola, e que a situação se agravou quando a escola começou a se envolver sem a participação dos pais.
Em maio de 2020, Littlejohn explicou que sua filha passou a se identificar como transgênero. A família, que inicialmente confiava na escola, foi surpreendida ao descobrir que a filha estava participando de reuniões com a equipe escolar sem a presença dos pais.
“Eu não tinha razão para não confiar na escola”, afirmou Littlejohn, que antes da situação era uma defensora das escolas públicas e havia dedicado centenas de horas ao voluntariado.
O ponto de virada foi quando a filha de Littlejohn, de 13 anos, informou aos pais sobre uma reunião na qual a escola questionou sobre o uso de banheiros. Littlejohn, alarmada, entrou em contato com a conselheira escolar, apenas para descobrir que o plano de apoio à transição de gênero da filha estava sendo elaborado sem seu conhecimento. Esse plano incluía questões sobre banheiros, vestiários e até mesmo com qual sexo ela deveria dividir um quarto em excursões escolares.
O incidente gerou uma disputa legal, com Littlejohn argumentando que o distrito escolar havia interferido em seu direito de proteger a filha. Ela e sua família passaram semanas tentando acessar o plano de transição, algo que, segundo ela, não deveria ser decidido sem o envolvimento dos pais. A mãe afirmou que o processo criou uma barreira significativa entre a família e a filha, enviando-lhe a mensagem de que os pais não eram mais necessários para sua proteção.
Vernadette Broyles, advogada da Child and Parental Rights Campaign que representa Littlejohn, mencionou que essa questão é parte de uma disputa maior, com vários processos semelhantes em andamento em todo o país. A situação levou Littlejohn e Broyles a criarem o “Guia de Resposta Transgênero da Igreja”, um recurso para ajudar pais e pastores a lidar com questões de identidade de gênero nas escolas.
Em 2021, Littlejohn e seu marido decidiram entrar com uma ação judicial contra o distrito escolar, após tentativas frustradas de resolver o problema de maneira amigável. Em março de 2025, o Tribunal de Apelações do 11º Circuito emitiu uma decisão de 2-1 contra os Littlejohns, confirmando a decisão do Juiz Distrital Chefe Mark Walker, que havia rejeitado o processo.
A campanha pelos direitos das crianças e dos pais discorda dessa decisão e está revisando as opções legais. A emissora CBN News procurou um comentário das Escolas do Condado de Leon, mas até o momento não obteve resposta.

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