igreja perseguida
Mauritânia liberta pastores presos após batismo ser compartilhado nas redes sociais
Mauritânia possui uma população majoritariamente muçulmana.
O governo da Mauritânia, no noroeste da África, libertou os 15 pastores que foram presos em novembro de 2023 após realizarem batismos e serem denunciados por muçulmanos. Os missionários não foram acusados de nenhum crime, e as autoridades pediram que exercessem sua fé em privado.
Após a divulgação de um vídeo da cerimônia de batismo nas redes sociais, um grupo de muçulmanos protestou contra os cristãos, pedindo suas mortes. As autoridades mauritanianas atenderam ao pedido dos islâmicos e prenderam os 15 líderes cristãos na cidade de Selibaby no final de novembro. Além disso, 14 famílias dos líderes também foram detidas.
No desfecho do caso, as autoridades mauritanianas liberaram os pastores e pediram que praticassem sua fé em privado. Um líder local expressou alívio pelo desfecho positivo e destacou que os cristãos parecem ter mais a temer dos muçulmanos do que do governo.
A Mauritânia possui uma população majoritariamente muçulmana, e o ambiente é restritivo para outras expressões de fé que não o islamismo. Deixar o islã é considerado passível de pena de morte, e os convertidos enfrentam hostilidade e são vistos como traidores religiosos. O país ocupa a 20ª posição na Lista Mundial da Perseguição 2023 da Missão Portas Abertas.
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