igreja perseguida
Pastor diz para a Igreja se preparar para aumento da perseguição sob Biden
Robert Jeffress alertou sobre possível perseguição do governo e sinais dos tempos.
O pastor líder da Primeira Igreja Batista de Dallas, uma mega-igreja, emitiu um aviso sobre uma “crescente perseguição” que a Igreja terá de enfrentar durante a administração de Biden. Ele alertou principalmente sobre uma possível “restrição em nossa capacidade” de ensinar a Palavra de Deus “sem consequências”.
O pastor Robert Jeffress proferiu o sermão no domingo, lembrando que o livro de Mateus, no Novo Testamento, fala como, nos últimos dias, “tempos selvagens virão quando as pessoas rejeitarem restrição moral e a sociedade começa a se desintegrar”.
“Você vê isso ao seu redor – seja em relação à fluidez de gênero, casamento entre pessoas do mesmo sexo, aborto irrestrito. Todas essas coisas são o resultado de uma sociedade que se livrou das restrições de Deus”, disse Jeffress ao comentar uma pergunta sobre o tema.
O pastor constatou que “coisas indizíveis” que antes eram condenadas pela sociedade agora são “celebradas”, acrescentando que a Igreja poderá ter problemas ao “se recusar a participar da celebração da imoralidade e da impiedade”.
“Se você tem a cultura que celebra enquanto a Igreja condena, sabe o que isso produz? Produz atrito”, explicou o pregador conservador de 65 anos. “Vai haver pressão sempre que a Igreja condenar o que a sociedade está celebrando. E acredito que é isso que veremos acontecer muito, muito rapidamente nos próximos quatro anos”, continuou.
Jeffress apontou a tendência de o governo do democrata Joe Biden promover “o direito das pessoas de escolher seu próprio gênero e escolher o gênero de seus filhos”. Ele também disse que haverá perseguição do governo contra “organizações que se recusam a celebrar sua visão expansiva do casamento”.
“Então, quando você tem um governo, um governo, que está celebrando o que Deus condenou, e a Igreja condenando o que eles estão celebrando, senhoras e senhores, haverá atrito”, repetiu ele. “Vai haver pressão. Haverá perseguição”, pontuou.
“Precisamos estar prontos para o fato de que haverá pressão, pressão governamental, para restringir nossa capacidade de pregar e ensinar as verdades eternas da palavra de Deus sem consequências”, continuou ele.
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