igreja perseguida
Pastor é assediado por ativistas LGBT enquanto realizava batismos no Canadá
Acusado de ódio a comunidade LGBT, o pastor que fazia uma turnê na região foi hostilizado.
Imagens que voltaram a circular essa semana nas redes sociais mostram uma festa realizada na praia do West End, em Vancouver, no Canadá, onde manifestantes LGBTQ tentam interromper um evento de batismo que o pregador David Lynn estava realizando, em 31 de agosto.
Uma multidão enraivecida ficou esperando o fundador do Ministério Perdão em Cristo, que estava fazendo uma turnê de palestras no Canadá. Os membros e apoiadores da comunidade LGBTQ se vestiram com bandeiras de arco-íris e dançaram enquanto esperavam o pregador.
O grupo Alternative Pride expôs o seu movimento “Dance Against Hate”, Dança Contra o Ódio, em português, no Sunset Beach Park, onde Lynn realizaria batismos. Mais cedo ele estava pregando perto da estação comercial Briadway SkyTrain em Gastown.
Quando o pastor chegou para realizar o batismo a multidão já o esperava. Enquanto ele batizava as pessoas, os ativistas, gritavam, xingavam e alvejavam objetos contra o pastor. A polícia compareceu para tentar manter a paz, mas recebeu críticas da comunidade LGBTQ.
“Estou aqui hoje para batizar as pessoas que aceitam minha mensagem. Não estou aqui para falar com a comunidade gay, não tenho como alvo a comunidade gay”, disse o pastor ao site canadense Global News.
No dia 9 de setembro, David Lynn comentou depois do ocorrido em suas redes sociais que: “A comunidade LGBT no geral (não todos os membros) se mostrou violenta, abusiva, odiosa e muito intolerante e tenho um monte de evidências em vídeo para provar”.
“Eles podem dizer o que quiserem sobre a Bíblia e o cristianismo e sair impunes, mas se você falar suas crenças ou opinião sobre o comportamento e as crenças deles, eles não conseguem lidar com isso”, apontou Lynn.
“Quanto mais poder eles têm, mais violentos eles se tornam com os cristãos e eles tentam aprovar leis para intimidar e criminalizar o cristianismo”, continuou.
“Está bem documentado. Não recebi ameaças de morte e agressão de nenhum outro grupo em meus mais de 20 anos de ministério do que da comunidade LGBT e, por algum motivo, a mídia e os prefeitos os apoiam”, acusou o pastor.
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