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Rússia restringe liberdade religiosa para “neutralizar ameaças internas”

Ações são contra ideias de “impacto negativo na defesa e segurança do país.”

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Vladimir Putin
Vladimir Putin (Foto: Alexei Druzhinin/AP)

Recomendações contra as associações religiosas nacionais ou internacionais, foram feitas pelo Conselho de Segurança da Federação Russa.

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De acordo com o portal Evangelical Focus, tais medidas serão impostas contra as associações religiosas que contenham ideias de “impacto negativo na defesa e segurança do país.”

No dia 12 de julho, foi realizada uma reunião do Conselho em que foram apresentadas “evidências da influência negativa na situação no país de algumas organizações estrangeiras e russas”, como consta em comunicado da imprensa.

Os grupos em questão estão “realizando suas atividades destrutivas sob o pretexto de projetos humanitários, educacionais, culturais, nacionais e religiosos”, segundo o Conselho de Segurança.

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A instituição liderada pelo presidente russo Vladimir Putin e pelo vice-presidente do Conselho, Dmitri Medvedev, defendem a ideia de que é obrigação dos órgãos russos “neutralizar as ameaças internas à segurança nacional.”

O Conselho de Segurança concordou em reunião que determinadas “permissividades” com “o uso dogmas religiosos para fins negativos, gerando extremismo religioso” devem acabar.

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Os membros “consideraram uma série de medidas destinadas a combater o radicalismo religioso” na Rússia. Uma das prioridades, disseram, é “intensificar o trabalho de identificação de mecanismos para que os Estados estrangeiros utilizem as atividades das associações religiosas para interferir nos assuntos internos do nosso país”, disse o Conselho.

“Mais pressão para grupos minoritários”

Alertas sobre as restrições de liberdade religiosa e de culto, impostas pelas autoridades russas, estão sendo feitas por grupos de direitos humanos.

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Leis conhecidas como Yarovaya em 2016, deram um pontapé inicial para a proibição de atividades de grupos religiosos como igrejas evangélicas, por exemplo.

Grupos como as Testemunhas de Jeová e os Mórmons foram ilegalizados por serem rotulados como “extremistas”, além disso, foram detidos e deportados.

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“Evangélicos e outros contra a guerra”

Alguns líderes evangélicos, como o da Aliança Evangélica Russa, Vitaly Vlasenko, se reuniram em março desse ano, para se opor à invasão russa e pedir a Vladimir Putin que para com a guerra.

Muitos cidadãos foram presos por se oporem à invasão na Ucrânia. Diante disse, líderes internacionais estão pedindo que a Rússia respeite a liberdade de expressão.

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