sociedade
Suprema Corte dos EUA é acionada por suspeita de fraudes nas eleições
Republicanos questionam chegada de votos depois do das eleições na Pensilvânia.
O Partido Republicano da Pensilvânia acionou à Suprema Corte dos Estados Unidos nesta sexta-feira (6) por suspeitarem de fraudes nas eleições, pedindo a interrupção dos votos que estão chegando atrasados e que estão sendo contados, favorecendo o candidato democrata, Joe Biden.
De acordo com o partido de Donald Trump, milhares de cédulas que foram enviadas pelo correio e que chegaram depois da terça-feira, 3 de novembro, dia da eleição, estão sendo contadas. Uma parte significativa destas cédulas tem favorecido Biden.
O juiz Samuel Alito, da Suprema Corte, já determinou que esses votos enviados por correio e recebidos após a data oficial das eleições americanas sejam contatos paralelamente, possivelmente para que demos eles sejam auditados para verificar há indícios de fraudes.
“Dados os resultados da eleição geral em 3 de novembro de 2020, a votação na Pensilvânia pode muito bem determinar o próximo presidente dos Estados Unidos”, disseram os republicanos.
Donald Trump tem apontado antes mesmo das eleições que o voto por correio poderia ajudar a fraudar os resultados do pleito, agora ele tem aumentado o tom, afirmando que está sendo “roubado” e que o voto por correio “destrói o nosso sistema”.
O tribunal pode decidir pela suspensão e aceitar o caso, declarando as cédulas que chegaram atrasadas inválidas e retirando a vantagem que Biden obteve através deste tipo de voto. Como o tribunal é formado por maioria conservadora, é muito possível que eles venham a decidir em favor do Partido Republicano.
Em conferência de imprensa na Casa Branca, Trump afirmou que “se contarmos os votos legais vencemos facilmente, mas se contarmos os votos ilegais vão tentar roubar-nos as eleições”.
Mortos votando
A Public Interest Legal Foundation (PILF) denunciou a existência de pelo menos 21.000 mortos nas listas de eleitores da Pensilvânia. Em um processo movido contra o estado, a PILF alega que Pensilvânia falhou em “manter razoavelmente” seus registros de eleitores, infringindo as leis federais e estaduais.
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