vida cristã
Turnê com drag queen em escolas causa protestos nos EUA
Apresentação para crianças estava gerando discordância de pais.
Um evento denominado “Hora das Histórias de Drag Queen”, vem causando polêmica em escolas infanto-juvenil no Reino Unido.
O criador da personagem “Ainda h. Dee”, Sab Samuel, disse que deseja explicar emoções não heterossexuais aos jovens e, por isso, realiza sua turnê em escolas.
“Muitas crianças por aí não recebem um modelo LGBT porque é um tabu. Modelos são como oxigênio, se você não os tem, não consegue respirar e para as pessoas LGBTQ+, estamos morrendo”, explicou Samuel.
Segundo informações, muitas pessoas da região não estavam concordando com o fato de uma drag queen dar aula para crianças e adolescentes.
Na segunda-feira (25/07), durante o evento de Samuel na escola, dois manifestantes entraram na escola e havia ainda mais 25 pessoas manifestando do lado de fora.
Apesar da presença policial, ninguém foi preso.
“É extremamente decepcionante que um pequeno grupo tenha tentado interromper o tempo da história. Este foi um evento com ingressos e todos os pais presentes estavam cientes da natureza da apresentação,” disse um porta-voz do Conselho de Leitura.
De acordo com o porta-voz, a organização patrocinadora Drag Queen Story Hour UK, é “um provedor de entretenimento infantil profissional bem estabelecido. O conteúdo é divertido e apropriado para a idade”, afirmou ele.
Conselheiro profissional licenciado com vasta experiência clínica com predadores em série, Jon Uhler, disse que o evento da Drag Quenn pode ser considerado um dos maiores programas já criados envolvendo abusadores.
“Enquanto drag queens lendo histórias para crianças em bibliotecas públicas tem sido considerado “uma atividade inócua”, grupos comunitários e mães que resistem à ideia têm razão em se opor,” acrescenta o conselheiro.
“A questão é: por que esses homens vestem roupas íntimas femininas e se fantasiam de drag queens, querendo maior acesso a crianças?”, Uhler perguntou.
Samuel, a drag queen, disse que faz eventos para crianças de 3 a 11 anos e que já são 70 eventos marcados para as próximas semanas no Reino Unido.
É possível que haja protestos nesses eventos, uma vez que eles são considerados inadequados por boa parte do público.
De acordo com Samuel é “confuso que esses grupos estejam tentando criar um foco sexual aqui onde não existe, chamando a atenção para sexo e sexualidade”, explicou.
“A razão pela qual está atraindo manifestantes onde tantas outras iterações da colonização social em curso do movimento LGBT não o fizeram é o fato de ser direcionado a crianças pequenas. Para muitos pais que simplesmente ignoraram o debate sobre a redefinição do casamento e questões relacionadas, isso é simplesmente uma ponte longa demais”, afirma Jonathon Van Maren, escritor e ativista pró-vida.
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