sociedade
Universidades americanas adotam “segregação racial do bem”
Políticas mascaradas como defensoras das minorias, separam os alunos nas universidades dos EUA.
Atualmente, as instituições de ensino superior têm promovido a separação racial entre alunos, e está se tornando cada vez mais comum, acendendo a preocupação para uma nova era de segregação.
Obviamente, nestes novos tempos os argumentos são diferentes do passado, as políticas que visam essa separação dizem que pretendem proteger os negros e outros integrantes de minorias de um “racismo sistêmico”.
Essas políticas esquerdistas tem passeado entre as instituições americanas, como é o caso das universidades de Harvard e Columbia, as mais tradicionais dos EUA, que passaram a realizar formaturas separadas para estudantes negros e latinos.
Ambas afirmam que os eventos são complementares e que não estaria segregando as minorias dos outros alunos, pois eles participam também da cerimônia principal.
Segregação racial em pleno século XXI: um retrocesso
Do mesmo modo a Universidade de Nova York (NYU), além das cerimônias separadas, ela apoia os grupos de estudante negros oferecendo moradias estudantis exclusivas para afro-americanos, as medidas são aprovadas por várias organizações.
Ano passado a Universidade de Michegan chegou a anunciar que criou “cafés” separados por raça, um para pessoas de “cor” e outros para pessoas “não de cor”, logo a instituição se desculpou e disse que os cafés eram apenas para interação virtual.
Um relatório assustador da Associação nacional de Pesquisadores (NAS) foi divulgado no ano passado que de 173 instituições de ensino superior nos EUA, 43 delas tinham algum tipo de segregação racial em seus dormitórios, enquanto 72% tinham cerimônias de formatura separadas por raça.
Professores e pesquisadores que defendem a causa negra, apoiam essas políticas com vários argumentos, um deles é que a integração racial é prejudicial aos alunos negros, como diz um artigo de professores da Universidade de Duke.
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