sociedade
EUA: Supostas malas secretas de cédulas foram encontradas na Geórgia
Defesa do presidente americano usa imagens como provas no tribunal da Geórgia sobre a fraude eleitoral.
Um vídeo sobre a eleição presidencial no condado de Fulton, na Geórgia, que mostra imagens da câmera de vigilância de funcionários eleitorais, supostamente carregando em segredo milhares de votos misteriosos, está sendo usado pela defesa de Donald Trump sobre possíveis fraudes eleitorais.
Na semana passada, o advogado Jackie Pick, voluntário da campanha de Trump, mostrou em uma audiência na Geórgia o vídeo de vigilância onde os trabalhadores eleitorais estavam limpando a sala onde ocorreu a eleição.
Supostamente, em seguida, eles retiram malas cheias de cédulas debaixo de uma mesa, e ficam entre 22h35 a 1h00 adicionando milhares delas à contagem de votos. Os monitores eleitorais do Partido Republicano já haviam se retirado da sala.
Pick perguntou aos legisladores durante a audiência enquanto exibia o vídeo: “Então, o que essas cédulas estão fazendo lá, separadas de todas as outras cédulas? E por que eles estão apenas contando onde o lugar foi esvaziado sem testemunhas? ”
Ray Smith, advogado principal da equipe de Trump na Geórgia, disse que a votação no estado precisa ser cancelada, pois está comprometida, e não pode dar seguimento a ela.
Em Nevada, os republicanos estaduais confirmaram ter apresentado várias evidências a um tribunal, entre eles, 1500 eleitores que já estavam falecidos, 8 mil cédulas lançadas por eleitores com endereços que não existem, 15 mil eleitores registados em propriedades comerciais ou sem residentes.
Além de 2.468 votos de eleitores que mudaram legalmente para outro país, cerca de 42 mil eleitores que votaram duas vezes, quase 20 mil com endereço fora do estado e aproximadamente 6 mil sinalizadores de serviço postal com endereços sem moradores, segundo a CBN News.
Os indícios acima mostram muito mais do que os 33 mil votos a mais de Joe Biden do que Trump na corrida presidencial no estado. Os votos já foram certificados, mas o juiz ainda irá julgar. A campanha de Donald Trump ainda tenta provar fraudes nas urnas, apesar do tempo estar se esgotando.
De acordo com Frances Watson, investigador-chefe da secretaria de estado da Geórgia, o vídeo completo não mostraria irregularidades. Ele alega que em momento algum houve novas remessas de votos incorporadas as que já estavam no local até a saída dos fiscais.
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