vida cristã
Lego anuncia brinquedos “sem gênero” para combater “preconceito”
A decisão foi tomada depois de uma pesquisa realizada por grupo ativista.
A famosa fábrica de brinquedos Lego anunciou que novos projetos para crianças incluirá brinquedos com ideologia de gênero na tentativa de acabar com o “preconceito”. A decisão foi tomada depois de uma pesquisa realizada pela Geena Davis Institute on Gender in Media, grupo ativista.
A empresa dinamarquesa tornou- se famosa mundialmente por fabricar blocos de plástico, que instigam a criatividade das crianças. Agora, na última segunda-feira, a empresa afirmou que irá atuar contra o “preconceito de gênero e estereótipos nocivos”.
Ou seja, os brinquedos da Lego não terão mais personagens masculinos ou femininos. A medida foi implantada depois que a fundação da atriz Geena Davis publicou um estudo que mostra que as brincadeiras e as carreiras futuras continuam desiguais, pois pais e meninos são fanáticos para rotular “brinquedos de meninas”.
Assim, a empresa decidiu que irá combater esses “estereótipos prejudiciais”, pois as meninas estão cada vez mais interessadas e confiantes em se envolver com qualquer atividade, e igualmente os meninos.
Segundo o portal The Guardian, 71% dos meninos entrevistados relataram ter medo de serem ridicularizados caso brincassem com “brinquedos de meninas”, o mesmo foi compartilhado pelos pais.
-
capa2 dias atrásMichelle Bolsonaro anuncia pré-candidatura ao Senado, com o apoio de Flávio
-
capa3 dias atrásMalafaia reitera sugestão a Flávio para vencer eleição contra Lula
-
capa5 horas atrásFlávio surpreende ao anunciar Alfredo Gaspar como vice; Veja quem é
-
capa4 horas atrásPesquisa: evangélicos é o grupo com maior rejeição a Lula; Flávio é favorito
-
capa4 horas atrásNovo “Homem-Aranha” chega aos cinemas: um alerta aos pais e seus filhos
-
capa4 horas atrásAna Paula Valadão gera debate: “Família é mais importante que igreja”
-
capa4 horas atrásMédicos questionam gestão da pandemia: ‘Estratégia baseada no medo’
-
capa4 horas atrásAntropólogo desconstrói estereótipos sobre o fenômeno evangélico no país