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Multidões em busca por igrejas após morte de Charlie Kirk

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Um movimento expressivo de pessoas procurando igrejas para ouvir a mensagem do Evangelho e atender ao apelo para se renderem a Jesus Cristo foi registrado no último final de semana. O fenômeno ocorreu em diferentes países e ganhou destaque em vídeos que circularam amplamente nas redes sociais.

Pouco antes de ser morto, Charlie Kirk anunciou o Evangelho em um evento realizado na Universidade Utah Valley, na quarta-feira, 10 de setembro. Durante sua fala, citou 2 Coríntios 5.15, destacando as evidências históricas e bíblicas sobre Cristo: “Então tudo isso é uma evidência incrível, não apenas intrabíblica, mas extrabíblica de que Jesus Cristo foi uma pessoa real, viveu uma vida perfeita, foi crucificado, morreu e ressuscitou no terceiro dia e é Senhor e Deus sobre todos”, afirmou Kirk.

A repercussão da mensagem gerou indícios de avivamentos regionais. Na Itália, vídeos mostram jovens cantando nas ruas a música Goodbye Yesterday, que traz na letra a decisão de seguir Jesus. Nos Estados Unidos, estudantes da Universidade Wesleyana de Indiana foram filmados correndo em direção ao púlpito para entregar suas vidas a Cristo.

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A comentarista Ana Paula Henkel, católica e residente na Califórnia, relatou que a missa em sua paróquia estava lotada de uma forma que não presenciava há anos. Segundo ela: “Aqueles que estão achando que a voz do Charlie foi silenciada, não. Ela foi multiplicada. E por milhões. O Turning Point USA, para vocês terem uma ideia, de nove mil filiais [Turning Point] nas escolas e universidades, hoje – domingo – já são quase 30 mil pedidos”, declarou, referindo-se ao movimento fundado por Kirk.

Henkel acrescentou ainda no Programa 4×4 que o momento é marcado por jovens retornando à fé e aos valores familiares: “A quantidade de gente jovem, voltando para a fé, voltando para a família, para o desejo de produzir, se casar, ter filhos… fora que as máscaras, todas, caíram. Tem gente aqui nos EUA, inclusive muitos democratas moderados, dizendo: ‘Deu, agora deu; se eu não me tornei republicano até hoje, a partir de agora eu sou um republicano, sou conservador, porque não dá mais, esse ódio mata’. A esquerda, que tanto fala, que palavras machucam, na verdade o ódio da esquerda é que machuca, fisicamente, mata”.

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