igreja perseguida
Para evitar prisões, juristas elaboram “Carta dos Pregadores de Rua”
Organização busca desenvolvimento carta para pregadores de rua para proteger a liberdade de expressão religiosa.
Em resposta a uma série de prisões e processos envolvendo pregadores de rua no Reino Unido, o Christian Institute está elaborando a “Carta dos Pregadores de Rua”. O objetivo é alcançar “um entendimento entre a polícia e os pregadores sobre a liberdade de expressão, e incentivar ‘boas práticas’ de ambos os lados”.
Desse modo, Simon Calvert, Diretor Adjunto do Christian Institute, afirmou que ao longo de muitos anos, o advogado interno, Sam Webster, forneceu conselhos e treinamentos para pregadores de rua. Ele trabalhou em conjunto com organizações respeitadas, como a Missão ao Ar Livre.
“Através da Carta dos Pregadores de Rua, esperamos apelar àqueles a quem Deus chamou para esse ministério público, e trabalhar com eles para garantir que preguem conhecendo seus direitos legais, e ajudá-los enquanto testemunham em nome das igrejas locais”, declarou ele, segundo Christian Today.
Assim, ele aponta que se conseguirem estabelecer uma carta sólida e profissional do lado dos evangelistas, isso beneficiará as discussões com a polícia e autoridades locais, à medida que tentam ajudá-los a melhorar a literacia religiosa e a qualidade do treinamento de seus funcionários sobre como lidar com pregadores de rua.
Pregador preso injustamente
Dessa forma, recentemente, o pregador de rua Angus Cameron recebeu uma indenização da Polícia da Escócia após ser preso injustamente enquanto pregava no centro de Glasgow. O ex-pastor de 52 anos foi preso em 2022 por ‘perturbação da paz com agravante homofóbico’, após uma única reclamação.
Sendo assim, ele foi assistido em seu desafio contra a prisão pelo Christian Institute e foi absolvido na semana passada, quando a Polícia da Escócia concordou em pagar a ele £5.500 em danos, juntamente com £9.400 em custos legais.
“A pregação de Angus não visava indivíduos. Ele não usou linguagem ofensiva, não foi agressivo, não tentou causar ofensa. Ele simplesmente citou a Bíblia. Não havia criminalidade alguma. O policial que o prendeu erroneamente acreditava que, porque alguém afirmava estar ‘ofendido’, sua pregação era, portanto, ilegal. A prisão foi totalmente desnecessária e realizada de maneira pesada e inadequada”, disse Calvert.
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