vida cristã
Terrorista faz judeus de reféns em sinagoga no Texas
Terrorista morre após ataque antissemita em sinagoga.
O britânico Malik Faisal Akram foi recebido na sinagoga de Colleyville, Texas pelo rabino Charlie Cytron-Walker. Após a chegada de outros membros, o rabino começou o culto, transmitido ao vivo no Facebook. No entanto, quando os judeus foram orar, ouviram o som de uma arma automática.
Nas dez horas seguintes, Akram fez os judeus de reféns. Apesar de seu ódio pelos judeus, o homem acreditava que eles eram a chave para tirar Aafia Siddiqui, uma neurocientista paquistanesa conhecida como “Lady Al-Qaeda”, da prisão federal próxima, onde está cumprindo uma sentença de 86 anos por tentar assassinar soldados americanos no Afeganistão.
De acordo com God TV, durante uma gravação do último telefonema de Akram para seu irmão mais novo, Gulbar, Akram falou sobre judeus, jihadismo e guerras dos Estados Unidos em um telefonema que durou cerca de 11 minutos.
“Eu orei a Alá por dois anos por isso. Estou voltando para casa em um saco de cadáver. Eu vim morrer… ir como um mártir”, disse Akram durante a ligação à seu irmão, alegando que estava com “todas as munições”.
Todos os reféns permaneceram calmos durante a crise, eles atribuíram sua calma à oração e treinamento que haviam recebido ao longo dos anos. Akram estava impaciente quando o rabino Cytron-Walker jogou uma cadeira nele, avisando para os outros homens fugirem.
Pouco depois, a equipe do FBI, que já estava do lado de fora do prédio, entrou no mesmo, e Akram foi morto no tiroteio. Pouco depois do ataque, o porta-voz do FBI Matt DeSarno disse que a situação dos reféns “não estava relacionada” com a comunidade judaica.
Mais tarde, o diretor do FBI Christopher Wray disse que o FBI estava tratando os eventos como um ato de terrorismo direcionado à comunidade judaica. Além disso, as autoridades britânicas reconheceram a natureza do ataque, descrevendo o mesmo como um terrível e antissemita ato de terrorismo.
Cohen, um dos reféns, disse acreditar que Akram decidiu fazer os judeus de reféns não porque ele queria apenas matar judeus, mas porque ele havia comprado uma teoria de conspiração antissemita comum de que os “judeus controlam tudo”.
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