justiça
Comissão de Direitos Humanos quer saber sobre casos de Daniel Silveira e Eustáquio
O ministro Alexandre de Moraes é o relator dos processos que tramitam no STF.
A Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) solicitou à Ordem dos Advogados Conservadores do Brasil, mais informações sobre processos que estão tramitando no Supremo Tribunal Federal (STF) envolvendo o deputado federal Daniel Silveira (PSL-RJ) e o jornalista Oswaldo Esustáquio.
O CIDH pediu informações sobre os avanços dos processos, e se Daniel Silveira continuava preso, segundo as informações da coluna Painel, do jornal Folha de S.Paulo.
Além disso, a Comissão questionou se o deputado e o jornalista sabiam que uma denúncia havia sido apresentada à CIDH sobre o caso deles.
Nesta segunda-feira, o ministro Alexandre de Moraes, relator das ações, decidiu soltar Daniel Silveira. No entanto, as restrições ainda continuam, visto que Silveira não poderá utilizar nenhuma rede social e nem manter contato com nenhum dos investigados no processo.
A prisão do jornalista Oswaldo Eustáquio já havia sido revogada por Moraes em setembro.
-
esporte5 dias atrás‘Entregue sua vida a Jesus’, diz brasileiro ao vencer UFC
-
igreja perseguida5 dias atrásChina: governo proíbe pregador de organizar grupos de estudo
-
mundo5 dias atrásA origem da frase ‘Em Deus nós Confiamos’ no dólar
-
testemunhos4 dias atrásRégis Danese agradece a Deus por livramento após incêndio
-
política4 dias atrásContra a esquerda, Flávio intensifica contato com evangélicos
-
brasil3 dias atrásMendonça reage a Gilmar no caso Master: ‘Não tenho medo’
-
cinema5 dias atrásTim Allen narra encontro com Deus na prisão e arrependimento
-
esporte3 dias atrásTexto do dilúvio é usado por jogador em boné do Orgulho LGBT
-
evangelismo3 dias atrásWill Graham prega no Canadá e 250 aceitam Jesus
-
vida cristã3 dias atrásPaternidade causa efeitos positivos no cérebro, diz estudo
-
brasil3 dias atrásEstevam Hernandes apoia uso responsável de IA nas igrejas
-
mundo2 dias atrásIgreja expulsa pastor preso em operação contra prostituição